quinta-feira, 27 de novembro de 2008

COMBO - ESTRÉIA DE "ONDE AS COISAS CRUÉIS VIVEM"

COMBO

ESTRÉIA DO FILME “ONDE AS COISAS CRUÉIS VIVEM”, DE LUCAS MOREIRA

3ª EDIÇÃO DA EXPOSIÇÃO “ABORDAGEM LAXATIVA”, DE FABIANO GUMMO

Sanglant Filmes & Fuzzie Canibal Comics realizam première e exposição de quadrinhos.

>> Estréia de “Onde as Coisas Cruéis Vivem”

A Sanglant Filmes lança o segundo longa-metragem de Lucas Moreira, “Onde as Coisas Cruéis Vivem”. O filme conta o trauma de uma garota que após ver todos seus amigos mortos em uma festa e ser a única sobrevivente, vive aterrorizada temendo o retorno do maníaco. Estrelando Aline Pormann, Betânia Roos Mueller, Lucas Scherer de Souza Nunes e Jonathan Müller. Produção de Genésio Monteiro e Rodrigo Pedroso. Roteiro de Jonathan Muller. Assistência de direção Wender Zanon. Direção de arte de Fabiano Gummo e narração de Rafael Freitas. Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=4MZQs8zLXWc&fmt=18

>> Exposição “Abordagem Laxativa”, 3ª edição

Depois de Londres e Porto Alegre, chegou a vez de São Leopoldo, “Abordagem Laxativa :: Laxative Approach”, é uma coleção de quadrinhos produzida por Fabiano Gummo ao longo de 2007. Serão apresentados trabalhos lançados em revistas, fanzines e minicomics, editados e distribuídos pelo selo independente Fuzzie Cannibal Comics. De acordo com o artista, Abordagem Laxativa é a busca da auto-imagem que descansa sobre a frágil trama do destino. Durante a Combo, serão distribuídos alguns minicomics assinados e carimbados por Fabiano Gummo.

COMBO

Sexta, 12 de dezembro de 2008, 20h.

Teatro Municipal de São Leopoldo

Rua Oswaldo Aranha, 934, Centro - São Leopoldo, fone: (51) 3572-0911

+ info: Wender Zanon :: thrashwender@gmail.com :: cel (51) 964 94 060

Patrocínio: Sanglant Filmes, Fuzzie Cannibal Comics & Makbo.

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domingo, 23 de novembro de 2008

DIÁRIOS DE EDIÇÃO #7 - O FIM

Se encerrou hoje os trabalhos de pós-produção do longa-metragem "Onde As Coisas Cruéis Vivem".

Em breve novas informações e data de exibição.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

MASSACRE CIRÚRGICO - COMPLETO NA INTERNET

O ano vem chegando ao fim e ainda estamos dando alguns acertos em algumas coisas que pretendemos anunciar ainda neste mês. Mas de qualquer forma estamos com tudo voltado ao "Onde As Coisas Cruéis Vivem" e continuar em cima de projetos antigos e ultrapassados se faz desnecessário, então, por isso, e por agradecimento a todos que nos ajudaram até agora, decidi trazer este presente de fim de ano liberando o filme "Massacre Cirúrgico" completo e gratuitamente para visualização na internet.

Este é meu primeiro trabalho com câmera onde tudo era uma expiência de aprendizado (coisa que aparece escrita nos créditos finais) e foi todo gravado em VHS e editado através de uma placa de vídeo que fraquejava em qualidade. Então, para aqueles que ainda não assistiram ou para aqueles que não se lembram mais, sem mais delongas, o filme Massacre Cirúrgico:



Massacre Cirúrgico


MASSACRE CIRÚRGICO
Na noite em que alguns amigos vão visitar Gustavo, um jovem que acabou de sofrer um acidente, um assustador homem vestido como médico invade sua casa e rapta todas as pessoas que estavam lá. No dia seguinte, todos acordam em uma floresta. O Doutor começa a torturar cada um com métodos cirúrgicos.
Gênero: terror/trash/gore
Duração: 50 minutos
Cor: P&B/Colorido
Ano: 2008
Atores: Rodrigo Pedroso, Aline Pormann, Gustavo Dutra, Ramiro Bastos
Direção: Lucas Moreira
Uma produção: Sanglant Filmes & Produtora Infinitivo

*****

AVISO: Esta versão disponível sofreu por compactações para poder ser disponibializada on-line tendo assim uma queda de qualidade (a mais violênta sendo no som) - não que a versão original seja um primor de qualidade mas... - , e não possui nenhum extra, apenas o filme de 50 minutos.
Você pode comprar o DVD do filme e encontrar mais informações em http://sanglantfilmes.blogspot.com.



terça-feira, 4 de novembro de 2008

domingo, 2 de novembro de 2008

OFF-TOPIC: DEERHUNTER - MICROCASTLE


(O texto a seguir foi todo escrito na terceira pessoa)


Isto é uma confissão: estamos completamente desconexos de qualquer estilo de música hypada uma vez que quando fazemos um filme, pouco importa o gosto pessoal, o gosto dos amigos ou o gosto do público, importa apenas encontrar uma música que case de forma ideal com a cena em questão, pouco importa o estilo que seja. Escutamos esse ano mais música desconhecida que nem os integrantes das bandas deveriam se conhecer, preferimos ir para este eixo do que seguir o gosto casual, porque são bandas das quais nos econtramos ligeiramente fora de sincronia emocional. Não que sejamos afortunados ou alienados ao ponto de não reconhecer as belezas de tais canções, mas simplesmente não nos indentificamos mais com elas.

Seremos cinceros, não conseguimos escutar o novo disco do Of Montreal por mais de três vezes, não demos a chance dele se revelar algo mais que enfadonho porque não custou para nossos ouvidos já descartá-lo. Buscamos qualquer forma de fazer justiça musical. Coisa que só encontraremos de maneira tão rica e criativa este ano no novo album do Deerhunter, "Microcastle".

O álbum recebeu quatro estrelas e meia de cinco no site da Slant Magazine (que tem uma editoria de um gosto muito esquisito e curioso) e uma penca de elogios jocosos na página de vendas na Amazon, e apesar disso a banda não tem nem um site oficial, tem apenas um MySpace e um blog onde os próprios integrantes postam álbums de outros artistas para download ilegal.
Hipnótica catarce de efeitos musicais, "Microcastle" é um álbum pequeno aonde a atmosfera de escutá-lo é muito mais importante do que a grandiosidade que ele nem mesmo possui. Até as letras das músicas preferem ostentar estar minimidade, como a canção "Calvary Scars" que apenas carrega uma frase que se repete apenas duas vezes (crucificado em uma cruz na frente de todos meus amigos). Prevaleceremos o instrumental, não escutemos mais vocal nos minutos final da discutívelmente melhor música do álbum "Nothing Ever Happened", após uma profania de acusações ao ócio somos largados apenas aos sons de intrumentos acelerados.

Achamos difícil de explicar "Microcastle" música a música, pois o álbum parece mais se comportar como uma unidade completa, interligada, sem conseguirmos reparar quando uma canção termina e começa a outra até que o álbum acabe por completo. Notaremos quando a faixa-título "Microcastle" estiver tocando porque após dois minutos e pouco de lamentação existencial ela ganha uma forma instrumental que a joga para todo um outro nível.

"Agoraphobia" é sobre o fetiche de ser enterrado vivo, "Never Stops" é um mix de pessimismo e agitação e "Little Kids" soa mais como um hino a toda uma vida que foi encoberta pelo tempo. E se achamos que o disco já era fascinante nas caixas de som do computador, é quando levamos ele para a rua, no meio de outros sons e cenas é que repararemos a verdadeira grandeza escondida dentro deste trabalho tão simplista. Técnica que fica clara apartir do próprio título do álbum: micro castelo. E talvez esta união de palavras seja mesmo a melhor forma de resumir o que o disco é em geral, algo pequeno mas que ao mesmo tempo pode ser gigante.

- Review de Microcastle no site da Drowned In Sound
- Microcastle a venda na Amazon.com